Estudos indicam que a frequência da atividade sexual foi um preditor de longevidade nos homens. Por sua vez, um outro estudo sueco que avaliou 128 homens casados mostrou que aqueles que interrompiam a atividade sexual antes dos 70 anos apresentavam risco de morte maior do que aqueles que continuaram "comparecendo".
Entretanto nem tudo são flores: exitem relatos de associação entre morte súbita durante a atividade sexual. Estes índices variam de 0,6-1,7%. A maioria dos casos relatados é de homens em relações extra-conjugais: Um estudo japonês mostrou que 82% das mortes durante atividade sexual são de homens e 75% estavam "pulando a cerca", na maioria dos casos com uma mulher mais jovem.
Pode ser praga das mulheres traídas, mas as conclusões destes estudos mostram que a atividade sexual é saudável com a esposa. Pular a cerca é perigoso!
Fonte: European Heart Journal Supplements (2002) 4 (Supplement H), H13–H18
quinta-feira, 4 de junho de 2009
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